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Chá das cinco

Chá das cinco

Meus dias - A pressão dos pré-30

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Os 29 chegaram e estou a menos de 365 dias dos 30, e há uma pressão dos pré-30. Isto porque a nossa sociedade coloca um peso muito grande nas mulheres de 30 anos, para além do preconceito. A nossa sociedade acha que a mulher antes de os 30 já tem que estar casa, ter filhos. Mas isso não vai acontecer comigo, pois, só vou casar com 31 anos e filhos é tema para outro post (para já não faz parte dos planos e sinceramente nem sei se quero). Aqui já começa o preconceito, porque a sociedade acha que (nós) mulheres nascemos para sermos mães, mas se eu achar que não me faz falta para me sentir completa? se eu achar que eu e o meu noivo já somos uma família perfeita? Para mim isso basta e sinto-me feliz por isso. 

Eu tenho ainda muito que conquistar. Quer crescer ao nível profissional, quero voltar a estudar, quero viajar muito. Tenho tantos planos para mim. É estranho que a sociedade pressione nós (mulheres) desta maneira. Colocamos o mundo as costas, como se fosse uma obrigação aos 30 ter a vida orientada, putos nos braços e uma profissão para a vida. Gente vivemos numa sociedade moderna e mais aberta, vamos parar de seremos tradicionais e "obrigaras mulheres terem filhos, casar, serem donas de casa perfeitas. Cada uma de nós decidimos o que acha melhor para si.

Eu não deixo que a sociedade e as pessoas controlem a minha vida e as minhas decisões. Para já as únicas que tenho em mente para os próximos 4 anos é casar, voltar a universidade e viajar. Eu nunca tive pressas na vida, a não ser viver sozinha e isso aconteceu em 2015. A minha viagem nesta mundo ainda está a menos de metade por isso, muitas coisas podem acontecer como ser mãe e se assim me apetecer e o meu corpo o permitir. Não serei menos mulher se isso não acontecer. E mais não serei menos mulher nem pior pessoa por quer investir o meu dinheiro em viagens que me enriqueçam a alma e façam-me conhecer o mundo aos poucos ou por quer investir numa vida melhor e mais estável como comprar uma casa.

Nem sempre é fácil fazer frente à pressão da sociedade porque por vezes começamos a questionar as nossas escolhas e o nosso caminho. Mas temos que ser seguros das nossas escolhas e fortes no que pretendemos alcançar.  Não tenham medo de fazer as vossas escolhas, serem feliz seja de que maneira forem. Foi por isso, que muitas mulheres lutaram ao longo dos anos.

O estigma dos 30 anos foi eternizado no século XIX pelo escritor francês Honoré de Balzac, que no livro “As mulheres de 30 anos”, destacou pela primeira vez a maturidade feminina na literatura. Foi quando surgiu o popular termo “balzaquiana” para designar as mulheres dessa idade. No livro, o termofazia referência a uma mulher mal casada, infeliz e submetida ao marido, fato comum para grande parte das mulheres da época. Bem diferente das balzaquianas modernas que vivem num ritmo frenético.

O mais importante é estabelecer os nossos objetivos para a vida, metas para alcançar. Há que trabalhar para chegar lá, ao nosso ritmo, sem pressões. E, até lá, há que deixar a vida acontecer.

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O meu mundo! Coisas boas acontecem...

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Beijinho e marcamos encontro na próxima publicação.

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